—
(Source: cartas-rasgadas, via inflamou)

Havia uma mochila que eu a carregava sempre, não importa pra onde iria, e com quem estaria. E toda vez que eu me encontrava com Deus, Ele olhava para a mochila e olhava para o meu rosto como se quisesse dizer “quando você permitir que eu tire isso daí?” Mas um dia antes de continuar a caminhada o Espirito Santo me parou, me pediu permissão para que Ele tirasse a mochila e a abrisse, e eu permiti sem questionar. A cada coisa que Ele ia tirando, Ele me perguntava para que servia, porque eu carregava, e se aquilo ia me acrescentar na minha caminhada. Na mochila, Ele encontrou uma caixa chamada “Lembranças”, Ele a abriu, e tirou algumas coisas e logo disse “você precisa realmente lembrar disso?” e aquilo me tocou, realmente pra que lembrar de coisas que não me ajudarão em nada, que não me levarão para perto de Deus, que não me ajudarão à crescer? E com minha permissão, Ele foi apagando. No fim, peguei minha mochila senti uma certa leveza e falei: Espirito Santo, aqui não tem nada! Pra que vou levar se não tem nada?” E o Espirito Santo com olhar gracioso, e com palavras de brandura, me respondeu: Em nenhum momento eu pedi para que você colocasse a mochila de volta. Eu a esvaziei de propósito, eu a esvaziei para que ela ficasse aí. Para você não levar nenhuma bagagem, apenas a minha palavra escrita em Teu coração!”
— A mochila.
(via viverei-para-tua-gloria)